28 de fev. de 2013

Capital humano. O lucro pode estar ao seu lado.


Muitas vezes, para inovar, o empreendedor não precisa ir muito longe. As boas ideias podem estar debaixo do teto da sua própria empresa. Mas para captar informações, sugestões e transformá-las em inovação é preciso estar de olho no capital humano do seu negócio: os seus funcionários. Confira algumas dicas de como aproveitar esse potencial.
foto de: Felix Asoram
Muitas vezes, para inovar, o empreendedor não precisa ir muito longe. As boas ideias podem estar debaixo do teto da sua própria empresa. Mas para captar informações, sugestões e transformá-las em inovação é preciso estar de olho no capital humano do seu negócio: os seus funcionários. Confira algumas dicas de como aproveitar esse potencial.

- Que tal “passear” pela sua empresa no início do expediente? Esteja onde as pessoas trabalham e veja o que acontece. É uma forma muito eficiente de fazer pequenos ajustes e resolver assuntos que poderiam gerar discussões e reuniões.

- Espelhe-se na experiência da 3M: ouvir os colaboradores e identificar suas necessidades é o grande segredo para inovar no RH.

- Uma das melhores maneiras de conseguir o engajamento de seus colaboradores é dando oportunidades para eles se expressarem e contribuírem. Lembre que eles entendem muito mais das atividades do dia a dia, que sabem onde estão os gargalos. Se você quer que as pessoas tomem decisões, tracem estratégias e entreguem resultados, dê chance a elas.

- Você ouve seus clientes internos, sabe quais são as necessidades de seus colaboradores? Faça rápidos encontros com cada um, não em sua sala, mas na estação de trabalho deles. Além de uma atitude que demonstra interesse, tem um impacto muito positivo e deixa você por dentro de situações que nunca chegariam até você se estivesse fechado em sua sala.

- Crie um processo de comunicação integrado e eficiente, segundo o qual, os colaboradores se reúnem e passam aos supervisores tudo que aconteceu no dia anterior. A supervisão então passará aos gerentes e assim por diante. Além das informações chegarem até você, isso estimula a comunicação clara e transparente.

- Todas as conquistas devem ser celebradas com seus colaboradores. Reconheça, agradeça, compartilhe os bons momentos. Afinal, os funcionários são sua ferramenta de execução.
Fonte: http://www.sebraemais.com.br/

Ações

1.1. As origens da Revolução Industrial Inglesa


Disciplina: Teoria Geral da administração I
Turma:  ADM 2013 FAMA
 
1.1. As origens da Revolução Industrial Inglesa


          Em 1688, completava-se a Revolução Gloriosa na Grã-Bretanha. Depois de 48 conturbados anos de lutas políticas, era derrubado definitivamente o Absolu­ tismo inglês e instituído o parlamentarismo monárquico, que ainda hoje carac­ teríza o sistema políti co do Reino Unido.
'   O rei Guilherme de Orange assumia o trono com poder incomparavelmente menor ao de seus antecessores. Em 1689era aprovada a Declaração dos Direitos, que conferia amplos poderes ao Parlamento: entre outras conquistas, este passa­ va a contar com eleições regulares e a votar o Orçamento Anual do país, sem que o monarca pudesse interferir em quaisquer de suas decisões.
A nova ordem política beneficiava enormemente a burguesia mercantil e a gentn; (nobreza progressista rural, que adotava formas mais modernas de traba­ lho agrícola, com produção destinada ao mercado, em oposição à nobreza feudal que ainda existia). A gentry encontrava-se livre para realizar cercamentos (trans­ formação de terras subocupadas, devolutas ou de pequenos proprietários que viviam em sistema de subsistência em propriedades cuja produção fosse capaz de atender ao consumo crescente) na área rural, fortalecendo-se como produto­ res agrícolas capitalistas.
 A burguesia mercantil, por sua vez, via-se livre de amarras como os mono­ pólios reais sobre o comércio exterior e produtos como sal, sabão e cerveja, beneficiando-se enormemente da expansão marítima inglesa. A maior parte dos capitais que financiavam a burguesia inglesa era proveniente do exterior, espe­ cialmente do tráfico de escravos (levado a cabo pelo governo inglês) e do comércio colonial (realizado com colônias como  o Brasil tanto quanto com metrópoles colonizadoras como Portugal). Estima-se que cerca de 50% do ouro extraído em Minas Gerais no século XVIII acabou indo parar nos cofres do Banco da lnglaterra.2
Boa parte deste capital foi investido em obras de infra-estrutura (estradas, canais etc.), que ajudaram a dinamizar a economia interna, diminuindo os custos de transação das mercadorias. Além disso, a grande disponibilidade de capital garantia baixas taxas de juros, que se traduziam em investimentos por parte dos empresários. À época, aventurar-se na constituição de um estabelecimento pro­ dutivo era tarefa que demandava pequeno investimento inicial, que podia ser rapidamente coberto pelos lucros.
Além de não padecer de escassez de capitais, a Inglaterra possuía diversas
outras condições favoráveis à industrialização. Os grupos sociais ligados às atividades herdadas do período feudal eram politicamente fracos, e a mudança na estrutura agrária liberara um grande contingente de mão-de-obra para as manufaturas. Neste contexto, a expansão dos mercados interno e externo, capi­ taneada em grande medida pelo governo do país, foi capaz de engendrar o processo de industrialização e desenvolvimento tecnológico.
O governo inglês atuou diretamente no processo, especialmente por meio da força. A conquista de mercados coloniais e a eliminação das concorrências locais destas  regiões, pela guerra e por processos de colonização, permitiram que a industrialização inglesa assumisse um ritmo acelerado: entre 1700 e 1750, as atividades de exportação aumentaram 76%.3 Foi efetivamente o mercado externo o fator mais revolucionário no processo de industrialização, e a atuação da Inglaterra nesse campo foi conduzida de forma agressiva e persistente pelo seu governo . Os aumentos extraordinários da demanda externa incentivavam os empresários a modernizar suas técnicas e aumentar a eficiência dos processos de que se utilizavam.
Por sua vez, o mercado interno também contribuiu para o processo,garan­ tindo escoamento da produção quando as exportações eram abaladas e atuando como força generalizadra da industrialização. Dessa forma, a modernização das técnicas produtivas não se restringiu a algumas poucas cidades, mas rapidamente se alastrou pelo pais. Como relata Eric Hobsbawm: "O mercado interno pode não ter proporcionado a centelha, mas supriu a fogueira de combustível e de ventilação suficientes para que ela continuasse ardendo" .4
A Revolução Industrial, na qual a Inglaterra foi pioneira, traria mudanças radicais à sociedade. Para entendermos de que forma nossas organizações fun­ cionam hoje, precisamos remontar a esse período histórico, reconstituindo o impac­ to das mudanças ocorridas no fim do século XVlll e começo do século XIX.

1.     ARRUDA, josé Jobson de A. História Moderna e Co11temporá11ea. São Paulo: Á tica, 1990,p. 108.
2.     HOBSBAWM, Eric.Da Revolução llld11strial Inglesa ao Imperialismo. Rio de Janeiro: ForenseU niversitária , 1978, p. 45.

Fonte: Introdução ao estudo da administração
Professora: Aline

27 de fev. de 2013

Mercado brasileiro de beleza supera informalidade e já é o terceiro em importância


O mercado brasileiro de beleza está em terceiro lugar no mundo, perdendo apenas para os Estados Unidos e o Japão. A profissão de cabeleireiro normalmente nascia na informalidade, por influência de alguém da família que atuava na área.
Há pelo menos cinco anos, um número expressivo de pessoas sem opção de trabalho resolveu entrar nesse mercado devido ao retorno rápido e à fácil capacitação. A explicação foi dada por Carlos Oristânio, coordenador do curso de estética e cosmética da Universidade Cruzeiro do Sul, primeira instituição no estado de São Paulo a ter um curso de graduação voltado para a área.
“Pessoas que têm algum tipo de dificuldade de colocação e recolocação são as que chegam ao mercado de beleza. Vulnerável, esse mercado não está sujeito a regulamentação, o que incentiva qualquer pessoa que queira fazer um curso de três meses a aprender a cortar cabelo e montar um salão. Há dez, 15 salões em cada quarteirão. Esses profissionais sabem a profissão, mas não são bem qualificados”, disse. Com o curso de graduação em formação profissional de cabeleireiro, o aluno sai formado não só na área técnica, mas como gestor.
Segundo Oristânio, com a existência de uma universidade, as escolas e os centros técnicos começaram a melhorar seus cursos e a qualificação dos alunos. “O momento do mercado é de melhoria da qualificação das pessoas, que estão tendo mais interesse nisso. Até porque há uma cobrança maior dos próprios clientes”. De acordo com o coordenador do curso, antes da universidade os interessados iam às escolas e passavam por três passos - o lavatório, as tesouras e os tipos de corte, “Quando fazia isso, formava esse cabeleireiro. Hoje, isso não é suficiente. Há vários artigos científicos que mostram a evolução da profissão”.
Profissional da área há 12 anos e influenciada por uma família que atua no ramo da beleza, Jaqueline Ribeiro da Silva está formada na universidade desde 2009. Ela contou que fez a graduação por querer mais conhecimento do que as escolas técnicas poderiam lhe dar. “Eu já havia feito vários cursos na área, mas sentia necessidade de algo mais, de pegar um produto de tratamento e entender a composição. Eu tinha necessidade de ter algo mais do que a técnica básica”.
Jaqueline disse que a carreira mudou radicalmente depois da graduação. “As possibilidades de trabalho aumentaram, mudou a minha visão, o modo de enxergar minha cliente com sua individualidade para compor o visual sem ficar engessada a uma tendência do momento. Aprendi a dar uma consultoria melhor, que é o que falta em muitos profissionais”.
Aluna do quinto semestre do curso, Eudiane da Silva Souza Merer, será graduada no fim do ano. Disse que antes de entrar na universidade já trabalhava como cabeleireira e procurou se graduar por não achar o curso técnico suficiente. “Infelizmente, quando fiz o curso já senti e hoje, na universidade, posso disser isso sem dúvida. O conhecimento é muito vago nos cursos que focam só na execução. Na graduação, a compreensão é mais aprofundada”.
Na avaliação da coordenadora administrativa do Instituto Loreal, Lidia Leya Saporito, os cursos técnicos atuais passaram a preparar melhor os profissionais para que eles possam acompanhar as exigências do mercado. “O mercado de beleza mudou: hoje é um negócio. E exige muito mais do que apenas saber cortar cabelo. É preciso ter um conhecimento mais aprofundado, saber atender a cliente. Isso é importante”.
Lidia concorda que muitos cabeleireiros que abrem salões não estão preparados como deviam, o que atribui à influência dos cursos antigos, mais básicos. “Antes, para ter um conhecimento diferenciado, era preciso sair do país para estudar. Hoje, a profissão é reconhecida e o conhecimento que se adquire lá fora pode ser adquirido tanto ou melhor aqui no Brasil”. Lidia reforçou que o cliente mudou: está muito mais exigente e consumista em relação à aparência. Os que não se atualizarem ficarão para trás.
Lidia disse ainda que, para ter sucesso na profissão e conseguir manter um salão de beleza aberto, por exemplo, não basta conhecimento técnico, é preciso saber administrar o negócio, conhecer as questões burocráticas, saber comprar os produtos certos, gerir o estoque e saber usar os produtos adequadamente.
Patrícia Lima da Silva Loureiro Diniz, 30 anos. está na etapa final do curso intensivo que dura sete meses. Ela contou que viu a profissão como alternativa à carreira anterior, que não a satisfazia e foi motivo de várias doenças. A atração pela área e a influência familiar também pesaram na escolha. “Sempre gostei de mexer com cabelo, então me arrisquei na profissão e estou muito bem. Quando procurei o curso queria algo que tivesse peso no mercado e que fosse suficiente para me tornar capacitada, para me formar, poder entrar em um salão e conseguir me desenvolver nele”.
Mesmo satisfeita com o curso, Patrícia acredita que ainda precisa se aperfeiçoar e buscar mais conhecimento para aprimorar o que já tem. “O curso é suficiente para iniciar na profissão, para entrar no mercado de trabalho. Como essa área se renova todos os dias, é preciso se atualizar, se especializar. Eu já estou trabalhando e muito feliz com a escolha”, disse.
Fonte: administradores.com.br

26 de fev. de 2013

Jovem troca praias catarinenses por Palmas (TO) para empreender


Com muita vontade de empreender, mas nem tanto capital para investir, o jovem empresário Diego Passoni, 28, decidiu deixar as praias de Florianópolis (SC) para abrir o restaurante Búfalo Grill em um shopping de Palmas (TO). Segundo ele, o custo reduzido com obras e o valor do ponto garantiram uma economia de 50% no custo inicial do negócio.

A economia, no entanto, não foi a única motivação para a mudança. Antes de deixar a capital catarinense, há seis anos, o empreendedor estudou a fundo as regiões que ofereciam as melhores condições para a abertura do negócio.
"Ao analisar o mercado, vi que em Palmas a concorrência era menor e havia uma carência de restaurantes por quilo. Quem chega com produtos ou serviços de qualidade consegue mercado rapidamente", afirma.
Outro quesito analisado foi a distância em relação aos grandes centros comerciais do país. Comparada às demais capitais da região Norte, Palmas é a que fica mais próxima de Brasília (DF). São 973 km entre as duas cidades, o que facilita a logística, segundo Passoni.
Ainda assim, os custos com o frete dos insumos são elevados. De acordo com o empresário, equipamentos de cozinha chegam a ser 30% mais caros em relação ao preço cobrado em Florianópolis.

Passoni é um exemplo de que o potencial para abertura de negócios na região está em crescimento. Dados da GEM 2012 (Global Monitor Entrepreuneurship) mostram que o Norte tem a maior taxa de empreendedorismo do país. Atualmente, 34,2% da população adulta da região está envolvida na criação ou na administração de um negócio. No Brasil, o índice médio é de 30,2%.

Mão de obra qualificada é escassa

No entanto, a mudança para o Norte do país trouxe um problema: a falta de mão de obra qualificada. Passoni diz que há uma disputa por colaboradores capacitados e o mercado poderia absorver mais gente se houvesse mais qualificação.

A maneira de resolver a carência, segundo o empreendedor, é pegar profissionais "crus" treiná-los no próprio restaurante. "Se eles já chegassem preparados, eu teria custos menores. Como o setor tem alta rotatividade [de funcionários], estou sempre investindo na formação de pessoas", diz.

Empresária vende biojoias para turistas na Amazônia

  • Divulgação
    Rita Prossi faz biojoias misturando materiais típicos da Amazônia com metais e pedras preciosas
A região Norte tem forte vocação para o turismo e foi nesse segmento que a designer amazonense Rita Prossi, 46, percebeu uma oportunidade para lucrar. A empreendedora faz biojoias misturando materiais típicos da Amazônia –como pele de peixes e fibras naturais– com metais e pedras preciosas.

Na alta temporada de turistas em Manaus (AM), que vai de dezembro a junho, as vendas da empresária crescem, aproximadamente, 60%. "Meu negócio é muito dependente do turismo. Faço peças baseadas em histórias e lendas da Floresta Amazônica que os turistas adoram levar para presentear amigos e familiares", declara.

Manaus também é uma das sedes da Copa Do Mundo de 2014. Por conta do evento, Prossi afirma que negócios ligados ao turismo no Norte têm grande potencial de crescimento. "O Brasil todo estará voltado para o turismo e a Amazônia vai atrair muitos visitantes."
Fonte: Afonso Ferreira Do UOL, em São Paulo  - http://economia.uol.com.br/empreendedorismo/

Empreender é viver


Empreender é viver

Leila Navarro


Empreender é viver

Sou profissional liberal desde a minha colação de grau em 1976. Estive poucas vezes empregada em minha vida e, portanto nunca senti esta sensação de desemprego que vejo angustiar muitos profissionais.

A educação da minha geração foi muito paternalista, a grande maioria das pessoas foi preparada para um emprego com garantias e segurança até que a aposentadoria chegasse. Há vinte anos era quase que natural sair da faculdade e estar empregado.

Resolvi escrever sobre este assunto ao perceber muitos profissionais com a sensação de desempregados. Autônomos, se sentiam inseguros como se não conseguissem mais ter clientes, como se estivessem sem espaço para poder desenvolver seu trabalho. É uma sensação de frustração, de impotência, de medo, de angústia, de desespero...

Comecei a falar com alguns micro-empresários que diziam: “sou um desempregado que abriu a própria empresa para poder prestar serviço, mas me sinto ainda desempregado”.

Tudo isso chegou ao ápice quando falei com uma amiga que presta serviço de auditoria para um hospital como contratada e ela me disse: “...estou down hoje, pois o diretor do hospital ‘caiu’ por problemas políticos e eu não sei se vou estar empregada na segunda-feira”.

Cheguei à conclusão de que o que precisamos mudar é o conceito. O paradigma já é outro, o mundo atravessa uma grande reformulação de todo seu contexto, os referenciais são outros, mas nós ainda estamos pós- revolução industrial, discutindo politicamente o emprego, a escravização assalariada, como diziam os pensadores da época.


Você já se perguntou como era antes de existir emprego? Antes da revolução industrial?

Para resolver os problemas de hoje, eu acredito em uma sociedade civil organizada, e para isso eu acredito em um novo homem, íntegro, com a consciência ampliada. Portanto, essa idéia de estar empregado, essa necessidade de estar seguro e ter garantias é que nós devemos repensar, e perceber que hoje precisamos estar soltos para podermos aproveitar as oportunidades e ocupar os espaços que nos aparecem, como na história de Richard Bach:

Era uma vez uma civilização que vivia submersa no mar, e de geração em geração seu povo aprendeu que a única forma de sobreviver era se segurando aos arbustos, às pedras, ao solo do oceano. Até que um dia, um jovem começou a questionar o porquê de terem que viver sempre se segurando, se rastejando no oceano... Seus companheiros diziam: “se aquiete, nossos avós viveram assim, nossos pais nos criaram assim, há gerações que o nosso povo vive desta maneira. Isto não é o suficiente para você entender que não deve se soltar?”. Mas o jovem inconformado não queria passar a sua vida inteira preso como musgo às pedras sendo que ele tinha braços para nadar.

E, num momento de grande coragem ele se soltou. A correnteza o jogou contra as pedras e eis que todos gritaram: “Não dissemos, ele morreu”. Mas não, ele começou a nadar e aproveitar o movimento e as forças do mar para poder se locomover cada vez com mais prazer e eficiência. Sentia uma leveza fantástica, era com se estivesse no colo de Deus e chamava seus amigos para fazerem o mesmo, pois era muito bom. Mas o pessoal lá embaixo se agarrava cada vez mais aos arbustos com muito medo, enquanto o jovem ia feliz ganhando espaço e caminhando em direção a uma magnífica luz que jamais imaginou existir. Quanto mais se soltava mais cambalhotas e leveza se proporcionava e mais longe ia ficando do seu povo. Até que ele sumiu e se tornou uma lenda, a lenda de que um dia um jovem inconformado com a vida que lhe ofereciam se soltou e foi realizar um sonho.

Este artigo pretende tranqüilizar e minimizar as expectativas e ansiedade dos profissionais em geral, convidando todos ao empreendedorismo.

Por Leila Navarro, palestrante.
Fonte:http://www.amadeuw.com.br